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"Deixa ser como será, eu vou sem me preocupar. E crer pra ver o quanto eu posso adivinhar."
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   Domingo, Dezembro 19, 2004
Nesta quarta, 22/12, show MarlonBanda no Café Etílico!



Papai Noel entrou pra MarlonBanda! E vai tocar conosco no show da próxima quarta.

QUANDO: dia 22/12, quarta-feira, às 21h
ONDE: Café Etílico, Av. das Américas, 7380
O QUÊ? Show da MarlonBanda e, depois, show da banda Rádio 77! (www.radio77.com.br)
POR QUÊ? Porque a MarlonBanda só volta a tocar depois do Carnaval 2005.
COMO CHEGAR: veja o mapa em www.cafeetilico.com.br

Áureo Gandur, Carlos Aranha, Gugu Peixoto e Luca Ferreira trazendo canções natalinas e muito rock para você. Te vejo lá!



   Sexta-feira, Dezembro 17, 2004
Foda-se

Joãozinho, muito curioso, pergunta ao vovô:
- Vô, você ainda faz sexo com a vovó ?
- Sim, mas apenas oral.
Joãozinho pergunta
- O que é sexo oral ?
O avô responde:
- Eu digo "Foda-se", ela responde "Vá se fuder você também."



   Segunda-feira, Dezembro 13, 2004
Acabou Ventura
Sou viciado mesmo em Los Hermanos. Fui aos shows de sexta e domingo no Canecão, Rio, despedida da turnê "Ventura". Apesar da - infelizmente cada vez maior - fumaceira de maconha que toma a muvuca durante os shows, deu para aproveitar bastante.

Os caras improvisaram um ska instrumental, Fagner e até Ivete Sangalo. Puxaram músicas do primeiro álbum, que estavam sumidas dos shows há anos. Emocionaram com a energia que só uma despedida de turnê tem. E ficou lotado o Canecão, casa dos ratos e do cheiro de mofo, do desrespeito à lei da meia-entrada para estudantes, do pouco-cuidado com seus visitantes - mas que, apesar de tudo, nos traz shows tão importantes.

Voltando à fumaceira: é desolador ver tanta maconha num lugar em que, agora, por lei federal, até mesmo o cigarro comum já é proibido. Retrato do país sem lei em que vivemos. Até aí, nenhuma novidade...



   Segunda-feira, Dezembro 06, 2004
A origem do Universo
Copiando e colando... Vale a pena ler.

Big-Bang
Era um Elétron igual aos outros. Vivia tranqüilo em sua órbita ao redor do solitário Próton e, exceto por um ou outro Fóton que vinha importuná-lo, nada o incomodava. Mas nada na vida é certo, nem mesmo a morte. Eis que ele se depara, num belo dia, com um Pósitron. O arquétipo da sua cara-metade. Ou melhor, sua antipartícula. E foi como se uma imensa carga de energia o tivesse impulsionado, livre, para fora da rígida órbita nuclear. Seu coração palpitava, suas mãos suavam (sim, elétrons têm mãos, mas elas são muito pequeninas), e seu rosto corava. Imaginar sua vida ao lado de tal beleza natural era um sentimento por demais esmagador - e por demais agradável.

Mas, como todo elétron que freqüentara a escola, sabia que era um amor impossível. Platônico em todas as suas acepções. Um simples toque entre ambas partículas de antimatéria resultaria numa explosão devastadora, que levaria ele e sua amada à destruição. Entre eles, não haveria nunca nós.

Quem ama, no entanto, busca. E, disposto a desafiar o destino, procurou uma forma de resolver seu dilema. Entre seus iguais, ninguém sabia de uma maneira segura de consumar tal união. Avisaram-no, inclusive, sobre os perigos de perseguir tal empreitada. Soube, de ouvir falar, que certa vez, há muitos e muitos e muitos e muitos e muitos bilhões de anos, um caso parecido ocorrera. E que a destruição fora tamanha que um universo inteiro se extinguira e as micro-partículas desse caso de amor primordial se espalharam por todo o Cosmos.

E assim ele entendeu. Procurou, dentro de si, a coragem necessária. Num gesto impetuoso, atirou-se contra sua anti-cara, e encontrou o fim e o início. E deles surgiu uma energia que foi vista por milhões de anos-luz, mas que durou apenas um milésimo de centésimo de segundo. E no instante seguinte não havia mais nada. E depois havia um novo tudo. E isso que hoje chamamos de Universo nada mais é do que o Nós desse amor infinito.

Fonte: http://www.metrolinguagem.blogger.com.br/



   Quarta-feira, Dezembro 01, 2004
Comedor de Rabo